Os dois canibais — pai e filho — estavam passeando pela selva quando,
de repente, encontraram uma caçadora perdida. E que caçadora!!
Loura, tipo Marilyn Monroe, metida num traje decotadíssimo, bem
apertadinho. O filho, assanhadíssimo: — E agora, pai? O que a gente
faz? A gente assa ela? — Você ficou maluco? — Retrucou o pai, no
auge da indignação. — A gente leva ela pra casa e assa a
mamãe!
Recém-chegados à tribo africana, os antropólogos
estabeleciam contatos cordiais: — Em nossa terra, amamos o próximo.
— Huzzanga — responderam os índios em coro. — Tratamos os outros
como gostamos de ser tratados. — Huzzanga. — Somos pessoas de paz e repudiamos
a guerra. — Huzzanga. Como tudo correu bem, os antropólogos iniciaram
o trabalho. Pediram autorização ao chefe para inspecionar
a criação de gado da tribo, e foram atendidos: — Claro, podem
ir ao curral. Mas cuidado para não pisar na huzzanga.
A mãe dá a maior bronca no filhinho canibal: — Quantas
vezes eu já te disse para não falar com alguém na
boca?
O canibal entra no gigantesco restaurante do transatlântico de
luxo. Um garçom vem atendê-lo: — Gostaria de ver o menu, senhor?
— Não. Pode trazer a lista de passageiros mesmo...
Passa um avião numa região onde ainda existem canibais.
Pai e filho fixam seus olhos no aparelho e o pai comenta: — Tá vendo
aquele pássaro lá, filho? Ele é muito gostoso. Só
que a gente só pode comer o miolo...