Um menino nasceu sem as duas orelhas, esse menino era a noticia do
mundo no momento todos queriam o ver e saber qual o motivo de tamanho castigo,
de repente seu vizinho (vizinho dos pais do garoto) quiz ver como estava
o menino, e seu filho que era muito levado chegou e perguntou: Pai deixa
eu ir vai deixa... e o pai respondeu não. Então o filho continuou
insistindo até que o pai deixou, quando chegaram la o pai olhou
a criança e foi conversar com os pais dela na sala, de repente o
menino levado chega e fala para o sem orelha: Meu Deus abençoai
os olhos desse moleque (alto) então a família escuta e fala:
olha que coisa bonita que seu filho esta falando com o meu até que
ele não é tão mau assim, e o pai surpreso pergunta:
Filho por que diz isso? o filho responde: Pai é porque se ele precisar
usar óculos ele ta fudido..
O caso da esponja tresmalhada Manhê! Que
é isso? vai direto o Ricardinho, entrando de surpresa no banheiro.
Hã! a mãe se assusta. Isto...isto... é a minha
esponja, queridinho. Dias depois, novamente o menino entra sem avisar e
a flagra pouco depois de se depilar. Ei, mãe! Cadê a sua
esponja? Ainda mais confusa, ela diz que perdeu. Ricardinho sai, curioso,
e minutos depois volta correndo: Manhê! Manhê! Achei a esponja!
Foi a vizinha quem pegou, e agora mesmo está usando para esfregar
no rosto do papai!
Depois de ficar olhando pelo buraco da fechadura do quarto dos pais,
Joãozinho não compreende: -- Por que eles reclamam
quando eu chupo o dedinho?
Na hora do recreio, a garotinha cochicha, em tom orgulhoso, para sua
coleguinha: Já descobri como os bebês são feitos!
Isso não é nada retrucou a outra. Eu já descobri
como fazer para não fazê-los!
Garoto de memória prodigiosa era aquele. Quando a professora
pediu que cada aluno contasse a primeira coisa de que lembrava na vida,
teve um que falou da festa do primeiro aniversário; outro, da chupeta
que largou aos seis meses de vida; um terceiro, das cores de sua primeira
roupinha, ainda no berçário. E chegou a vez dele: A primeira
coisa que eu lembro é que fui a um piquenique com meu pai e voltei
com a minha mãe.
Joãozinho volta para casa e vê um homem desmontando a
televisão. O senhor veio consertar o telefone? ele pergunta.
Não, meu filho, como você vê, estou consertando a
TV. Mas o senhor não veio mesmo para consertar o telefone? Não,
claro que não responde o técnico paciente. Tem certeza
de que o senhor não tem nada a ver com o telefone? insiste Joãozinho.
O técnico não perde a calma: Bem, se é isso que
você quer, eu vim para consertar o telefone. Então por que
o senhor está mexendo na TV?
Como é que eu nasci? Quis saber o garotinho. O pai não
se deu o trabalho de inventar nada de muito original: Eu e sua mãe
encontramos você num canteiro de cravos. E a minha irmãzinha?
Nós a encontramos numa roseira. Tarde da noite, o garoto se levanta,
vai pé ante pé até o quarto dos pais, e abre a porta
de repente. Aí, praticando jardinagem, hein?
O menino chega em casa com a roupa toda rasgada e um olho roxo. Explica
para a mãe que foi provocado por um garoto muito maior e teve que
topar a briga. Que covardia desse marmanjo revolta-se a mãe.
Vou falar com seu pai e vamos tomar providências. Espero que você
seja capaz de reconhecer esse brutamontes. Quanto a isso não tem
problema responde o menino. A orelha dele está aqui no meu bolso.
(Na escola) Joãozinho, você pode me explicar como a sua
redação está absolutamente igual à que seu
irmão fez no ano passado? Posso sim: temos a mesma irmã.
(No campo de nudismo) O garotinho conseguiu achar um buraco no muro
e está espiando lá dentro. O amiguinho pergunta o que ele
vê. Só gente. Muita gente. Sim, mas são homens
ou mulheres? Como vou saber? Eles estão sem roupa.
Meu pai é melhor que o seu! Não é nada! Meu
irmão é melhor que o seu! É coisa nenhuma! Minha
mãe é melhor que a sua! Bom... Isso aí meu pai também
acha.
Joãozinho e um primo estavam se divertindo na enorme banheira
havia mais de uma hora. Aí, Mariazinha entrou no banheiro. Posso
brincar também? perguntou, já tirando a roupa. Nada disso
berrou Joãozinho. Você não está vendo que
nós estamos brincando de submarino? E daí? Por que é
que eu não posso brincar de submarino também? Porque você
não tem periscópio.
Papai, como se pode definir a condição daquele que tem
duas esposas? Bigamia. E daquele que tem cinco? Poligamia. E daquele
que tem só uma esposa? Monotonia!
Dois meninos conversam: Meu pai diz que é melhor dar do que
receber! Ele é evangélico? Não, É lutador
de boxe!
Vovó, como é que as crianças nascem? É
a cegonha que as traz no bico, meus netinhos! O Pedrinho vira para Mariazinha
e diz: O que você acha? Contamos pra ela?
Zezinho está visitando o Museu Imperial, quando um guarda bronqueia:
Não pode sentar aí, moleque! É a cadeira do D. Pedro!
Quando ele chegar eu saio!
Com um dicionário na mão, Pedrinho pergunta ao amiguinho:
Zezinho, você sabe o que é vagina? E o moleque, como quem
entende muito do assunto: Claro! É o canal que une o útero
ao agradável!
Ao chegar em casa, a mãe encontrou a filha com a testa quebrada:
Que foi isso, minha filha? A pequena, com receio de apanhar, disse:
Fui eu que me mordi! Como você poderia morder a testa, se a sua
boca está embaixo, filha? É que eu trepei numa cadeira,
mamãe!
Conversa entre um garotinho e uma garotinha na borda da piscina:
Minha mãe falou que eu tenho o que você não tem disse
ele, olhando para dentro da calça. Mais do que depressa, a garotinha
respondeu: Pois a minha mãe falou que, com o que eu tenho, consigo
quantos quiser desse que você tem.
As duas menininhas conversam: O que você vai pedir de aniversário?
Uma boneca, uma bola e um jogo de pazinhas para brincar na areia. E você?
Eu vou pedir "Absorvente Total". O que é isso? pergunta a
outra, já se sentindo por baixo. O que é eu não
sei. Mas na televisão diz que com isso a gente pode andar de bicicleta,
nadar, montar a cavalo, dançar...
A menina de péssimo caráter estava
furando os olhos do pintassilgo e o irmãozinho chegou chorando:
Márcia, a vovó morreu! Ora, Carlinhos, não me
faz rir senão erro!
Diálogo de dois garotos na volta das férias:
Meu irmão acabou o noivado com a Sílvia. Mas por que?
Ela não era uma gata bonita e cheia de graça? Sim, mas
ele descobriu que ela é bissexual. É, isso deve ser um
problema. Bota problema nisso! Já pensou a gente se casar e só
poder transar duas vezes por ano?
A menininha comenta, maravilhada, com a mãe:
E pensar, mamãezinha, que a seda, um tecido tão incrível,
nos é fornecida por um verme tão insignificante. O que
é isso, minha filha? Não fale assim de seu pai!
A avozinha joga baralho com o neto de 7 anos.
Ô, Joãozinho, você está roubando. Tô
sim, vovó. E você não sabe o que acontece com as
pessoas que enganam as outras? Sei sim, vovó. Elas ficam muito
bem de vida.
O menininho vê um casal de cachorros transando,
no meio da rua, e pergunta: -- O que eles estão fazendo, titia?
A tia prefere uma explicação provisória: -- É
o seguinte, Juquinha: como o cachorrinho de trás está com
a patinha machucada, o cachorrinho da frente deixou ele se apoiar nas costas
para andar. E juquinha, indignado: -- É sempre assim. Você
ajuda os outros e ainda te enrabam!
Juquinha passeia pela Europa com o pai e a mãe e, quando visitam
um campo de nudismo, pergunta por que há homens bem
dotados e outros nem tanto. -- Os bem dotados são cultos -- tenta
explicar o pai. Os outros são ignorantes. Dá a explicação
e sai para pescar. Ao voltar, à noitinha, ouve do Juquinha: -- Paiê!
A mamãe entrou na barraca com um homem muito culto. Mas, quando
saíram, ele tinha esquecido tudo que sabia!