Piadas de português

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TRIIM!!! Toca o telefone na sapataria do português e ele fala: - Alô! Casa de Calçados   do Joaquim. - Como? Casa de Calçados?! - espantou-se o rapaz do outro lado da   linha... - É sim! - confirmou o português. - Desculpe, me enganei de número! - Não tem   problema! Traz aqui que eu troco!

Três sujeitos conversavam num bar. - Meus amigos - comentava o primeiro - acho que a minha mulher está me traindo com algum jogador de tênis, imaginem que outro dia eu   encontrei uma raquete sob a minha cama. - Eu também sou obrigado a confessar que tenho desconfiança da minha mulher. Acho que ela está me traindo com algum jogador de futebol, pois outro dia encontrei uma bola debaixo da cama.- Acho que a minha mulher está me traindo com um cavalo - disse o Manoel. - Mas, como?- Imaginem que outro dia eu encontrei um jóquei debaixo da cama!

O Manuel entra para a Aeronáutica, na divisão de pára-quedismo. Recebe a primeira   aula prática: - Estamos a dois mil metros de altura. Seu equipamento foi todo checado. O   senhor saltará por aquela porta. Ao puxar a primeira cordinha, o pára-quedas se abrirá.   Se isso não acontecer, o que é pouco provável, puxe a segunda cordinha. Se ainda assim   o pára-quedas não se abrir, o que é improbabilissimo, puxe a terceira cordinha e ele se   abrirá. Lá embaixo haverá um jipe à sua espera, para leva-lo de volta ao quartel. O   Manuel salta. Puxa a primeira cordinha e o pára-quedas não se abre, puxa a segunda,   nada. Puxa a terceira e nem assim o equipamento funciona. Ele começa a ficar   preocupado: - Ai, Jesus! Agora só falta o jipe não estar lá embaixo!

O português tinha um gatinho, resolveu vir morar no Brasil, e deixou o gatinho aos cuidados do seu mano caçula. Passado algum tempo, recebeu uma carta que dizia o seguinte - Mano Manoel, venho por meio desta informar que seu gato subiu no telhado, caiu, quebrou o pescoço e morreu. Abraços Joaquim. Manoel, com o impacto da notícia (ele amava o gato) teve uma parada cardíaca, ficou mal, quase morreu. Quando melhorou escreveu para o irmão - Animal, quadrúpede, uma notícia deste quilate, não poderias ter me dado de supetão. Tinhas que me preparar para o golpe, deverias escrever uma carta dizendo, Mano seu gato subiu no telhado. Eu ficaria apreensivo, depois outra carta dizendo - Mano seu gato está na beirada do telhado, pode cair. Depois uma outra carta dizendo, seu gato caiu, corre risco de vida. E, finalmente uma outra informando o passamento do felino. Pois aí seria mais fácil de assimilar o gole. Passados alguns meses, Manoel recebe uma carta do irmão : Querido mano, venho por meio desta informá-lo que mamãe subiu no telhado.  Abraços Joaquim.

Sabe como faz para saber se a padaria do Português foi informatizada? Vê se ele tá com um mouse atrás da orelha.

O portugues passava em frente a um chaveiro quando viu uma placa "Trocam-se segredos". Parou abruptamente, entrou na loja, olhou para os lados e cochichou para o balconista:- Eu sou gay, e você?! 
O funcionário de uma empresa aérea, chega para um Português no Balcão de Embarque para Nova York.- Desculpe-me, senhor, mas por medida de segurança a American Airlines mudou alguns procedimentos e eu tenho que lhe fazer algumas perguntas.- Pois faça!- Esta mala que o senhor esta despachando é sua?- Não, peguei    emprestada de minha tia!!

A portuguesa foi ao médico com queimaduras de segundo grau nas duas orelhas.- Mas como a senhora conseguiu queimar as duas orelhas? - perguntou o esculápio, indignado. - Ora, doutor! - explicou a valetudinária. - Eu estava bela e folgada passando minhas roupas, quando de repente tocou o telefone. Ao atendê-lo, muito distraidamente, eu achei que o ferro fosse o fone e encostei-o em minha orelha. - Mas isso explica apenas uma das queimaduras! - Pois a outra foi quando eu tentava ligar para o senhor!

 Em Portugal, em um programa de auditório de domingo (tipo Sílvio Santos), o "Gugú Liberato" do programa chama ao palco, ao acaso, um homem da platéia, lhe oferecendo um carro zero Km., lindo, com documentação e chaves entregues na hora (para ele já sair dalí dirigindo o seu carro), se ele respondesse corretamente à pergunta: "-Quanto é um mais um?" O homem pensa, pensa, e diz: "-Quatro". O "Gugú" faz cara de decepção, mas a platéia, aplaudindo ritmadamente, grita: "-Mais uma chan-ce! Mais uma chan-ce!" Gugú resolve dar mais uma chance ao candidato, e diz: "-Vamos lhe dar outra chance, para que você saia dirigindo o seu lindo veículo zero Km., com documentação e chaves entregues na hora, tudo completo, patrocinado pelas lojas Tamacavi. Quanto é um mais um?" O homem novamente pensa, pensa, e diz: "-Cinco." Gugú outra vez faz cara de decepção. Mas a platéia, novamente aplaudindo em ritmo, grita: "-Mais uma chan-ce! Mais uma chan-ce!" Gugú resolve dar outra chance ao candidato, para que ele leve o seu lindo veículo, novinho em folha, com documentação e chaves entregues na hora e tal, e mais uma vez pergunta: "-Quanto é um mais um?" O homem pensa, pensa, pensa, e diz: "-Dois!" E a platéia, aplaudindo ritmadamente, grita.......: "Mais uma chan-ce! Mais uma chan-ce!"

— Gostaria de convidá-lo para a festa de 21 anos de minha filha. — Muito obrigado, amigo, mas acho que só vou poder ficar uns três anos.

Um alemão, um inglês e um português, foram presos como espiões assim que estourou mais uma revolução no país em que estavam passando as férias. Presos em celas super reforçadas, com os pés acorrentados àquela tradicional bola de ferro, aguardavam a hora de ser fuzilados. Não havia como escapar. Mas o alemão bolou um plano para fugir na hora da execução.  — Preparar... apontar... — Começou o comandante, dando ordens ao pelotão de fuzilamento. — Terremoto!! — Gritou o alemão. E foi aquela correria. Na confusão, livre da corrente, ele sumiu. Em seguida, foi a vez do inglês. Assim que o oficial comandou "Preparar... apontar...", ele gritou: — Maremoto!!! — e mais uma vez todo mundo tentando escapar, sem lembrar que o país não tinha sequer saída para o mar. O prisioneiro português raciocinou, então, que sua salvação estava em ameaçar com alguma tragédia de grandes proporções, e ficou esperando tranqüilamente sua vez de ir para o paredão. Quando o comandante do pelotão deu a ordem de "Preparar... apontar...", o prisioneiro gritou: — Fogo!!!

Um grupo de turistas brasileiros está visitando um museu de história em Lisboa. Param diante de um esqueleto e perguntam ao guia: — De quem é esse esqueleto? — É de Camões, grande poeta português. — E esse menorzinho aí do lado?  — É o esqueleto de Camões, quando criança.

O jornalista estrangeiro em visita a Portugal, ouve gritos, decide investigar e chega a um prédio com um placa onde se lê: "cadeira elétrica". — Por que esses gritos? — Pergunta ao guarda na porta. — Estamos executando um condenado — Diz o policial. — Mas não é cadeira elétrica? — Sim. Mas como falta energia estamos executando a pena com uma vela.

De volta de um viagem de turismo ao Brasil, o portugues  comenta com um amigo: — Os brasileiros são burros mesmo! Fazem uma construção bem alta, para tentar chegar ao céu. Só que nunca conseguem e escrevem na entrada: "É difícil".
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